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Nano com Syntax HighLighting

January 27th, 2007 |Sem comentários | Postado em Linux

Esta semana resolvi voltar a fazer shell scripts e queria usar um editor simples, mas que possuísse syntax highlighting. Resolvi, então, começar a usar mais a fundo o nano.

O nano é um editor de texto simples e que foi baseado no pico (editor que vinha no cliente de email Pine). Apesar de praticamente possuírem as mesmas funcionalidades, o nano, ao contrário do pico, pode ser instalado sozinho.

Por padrão o nano não possui syntax highlighting, mas habilitar isso é fácil. O primeiro passo é procurar o exemplo de arquivo de configuração do nano. Para isso faça:

# locate nanorc | grep -i sample

Se preferir use o find:

# find / -iname *nanorc* | grep -i sample

Provavelmente você encontrará um arquivo nanorc.sample.gz. Execute o comando abaixo para descompactá-lo no seu home.

$ zcat localização-do-nanorc.sample.gz > ~/.nanorc

Exemplo:

$ zcat /usr/share/doc/nano/examples/nanorc.sample.gz > ~/.nanorc
NOTA: Dentro do seu home o arquivo deve estar oculto (com um . na frente) e se chamar nanorc.

Agora abra o arquivo ~/.nanorc. Neste arquivo você pode configurar diversas opções do nano como, por exemplo, auto-identação, suporte a mouse, backup automático de arquivos e, claro, syntax highlighting.

Para ativar a syntax highlighting para sua linguagem preferida basta descomentar (retirar a #) a linha referente a linguagem que você deseja. Para shell script, por exemplo, procure as seguintes linhas:

## Bourne shell scripts
# include "/usr/local/share/nano/sh.nanorc"

E descomente a linha que começa com include, ficando assim:

## Bourne shell scripts
include "/usr/local/share/nano/sh.nanorc"

Agora é só salvar o arquivo .nanorc e abrir um arquivo .sh para ver o resultado. ;)

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Maceió, música e muitos imprevistos

January 21st, 2007 |Sem comentários | Postado em Uncategorized

Este final de semana a banda de um grande amigo meu, a Perdeu a Língua, foi tocar em Maceió. Coloquei meu mochilão nas costas e resolvi passar meus últimos dias de férias com eles. O plano era ir lá, ver o show da Perdeu e passar o resto do final de semana na Praia do Francês, mas as coisas não foram bem assim.

Logo de cara eu perdi, por culpa de uma informação errada, o ônibus da viagem e tive que comprar outra passagem (a Bomfim não me reembolsou, nem quis me colocar em outro ônibus). Acabei saindo cerca de 10h mais tarde do que queria, e cheguei a Maceió bem na hora do show. Fui direto para lá, encontrei meus amigos e pude conhecer um pouco da cena do rock de lá.

O show acabou já pela manhã e resolvemos ir direto para a praia. Ao contrário da cidade, o mar de Maceió é muito bonito. As ondas são ótimas e fiquei bem arrependido de não ter levado minha prancha (apesar de ainda ser iniciante na arte do surf).

Quando as coisas pareciam estar melhorando lembrei que não levei barraca (fazer as coisas de última hora da nisso) e precisava de algum lugar para ficar. Por sorte acabei ficando hospedado, junto com o pessoal da banda, em um apê de alguém que nem cheguei a conhecer. Muito obrigado, dono do apê. :D

Enquanto estava em Maceió eu tentei, mas infelizmente não conheci ninguém que usava (nem conhecia) algum grupo de usuários de Linux. Se você conhece ou participa de um, por favor, entre em contato.

Falando em Linux, amanhã começo no meu novo emprego. Será meu primeiro emprego com Linux e acredito que vai ser um desafio bem legal. Se der, amanhã postarei mais detalhes sobre isso.

Enfim, acho que é isso. Este post foi só para mostrar que não morri. Esta semana estarei voltando a escrever algo técnico. ;)

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